quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Fiscalização flagra escravos em escavações para rede da Claro. Grupo foi aliciado no Rio de Janeiro, não recebia salários, estava alojado em galpão e pagava pela comida. Subcontratada pela empresa de telefonia celular não fornecia água potável nem equipamentos de proteção individual

VITORIA(ES) - Após a denúncia de quatro pessoas que não suportaram as condições de trabalho, a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Espírito Santo (SRTE/ES) libertou 17 vítimas de trabalho análogo à escravidão, em Vitória (ES). Elas escavavam canaletas para acomodar cabos óticos da operadora de telefonia celular Claro. A fiscalização, que foi acompanhada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), se deu em 15 de outubro.

As vítimas foram aliciadas no Norte do Rio de Janeiro no final de setembro, a pedido da subempreiteira Dell Construções, que por sua vez foi contratada pela multinacional Relacom Serviços de Engenharia e Telecomunicação. Essa última prestava serviços à Claro. O "gato" - intermediário na contratação da mão-de-obra - prometeu aos trabalhadores bom salário e ainda disse que havia a possibilidade de posterior contratação pela empresa.
"Por se tratar de uma empresa conhecida, os empregados se iludiram com a chance de serem efetivados", relata Alcimar Candeias, auditor fiscal do trabalho da SRTE/ES que coordenou a ação.
Os trabalhadores entregaram suas Carteiras de Trabalho e Previdência Social (CTPS) ao "gato". Os documentos, porém, ficaram no Rio de Janeiro. A legislação trabalhista determina que o empregador informe ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) no município de origem do trabalhador, por meio das Superintendências, Gerências ou Agências, e emita a Certidão Declaratória (antiga Certidão Liberatória) antes da viagem.
A subempreiteira Dell Construções alugou uma espécie de galpão para alojar os empregados, no bairro Cobilândia, em Vila Velha (ES). Eles dormiam em colchonetes no chão. Havia somente um banheiro para todos. Não tinham itens de higiene pessoal e nem podiam comprá-los porque não receberam nenhum pagamento até o dia da fiscalização.
Os trabalhadores improvisaram uma cozinha no local e a esposa do "gato" preparava as refeições, que eram cobradas. O empregador não fornecia água potável, nem equipamentos de proteção individual (EPIs).
Nos primeiros dias de trabalho, as vítimas caminhavam cerca de 3 km para chegar até o local da escavação, na Rodovia Carlos Lindenberg. "Com a reclamação dos trabalhadores por causa do longo trajeto, a empresa alugou uma caçamba. Achando que estavam resolvendo uma situação, na verdade estavam colocando em risco a vida dos empregados", conta Alcimar.
A jornada de trabalho se iniciava às 6h da manhã e se estendia até às 18h, inclusive nos finais de semana. "Normalmente quando o empregado sai de seu município para trabalhar, até por estar longe da família, ele já trabalha muito. Quando ele recebe por produção, trabalha até a exaustão mesmo. Com esses trabalhadores não era diferente", opina o auditor fiscal.
O acordo inicial proposto pela empresa era pagar R$ 7 por metro escavado. Desse valor, R$ 2 ficariam com o "gato". E para piorar, o empregador achou que a produção estava baixa e diminuiu R$ 2 do valor prometido: se recebessem, os empregados ficariam só com R$ 3 por metro escavado.
Após a fiscalização, os trabalhadores libertados foram transferidos para um hotel, onde permaneceram até quarta-feira (21), quando receberam as verbas da rescisão do contrato de trabalho. A subempreiteira Dell Construção, do Rio de Janeiro, arcou com os pagamentos. A Claro é controlada por empresas do mexicano Carlos Slim, dono de uma das maiores fortunas do mundo.
A Relacom informou, por meio da assessoria de imprensa, "que já está em contato direto com o Ministério do Trabalho do Estado do Espírito Santo para prestar os esclarecimentos necessários. As acusações feitas referem-se a uma empresa subcontratada e tomará as medidas que forem necessárias no conclusão do processo". A assessoria de imprensa da Claro informou que a empresa " já tomou providências internas para o referido caso".

Fonte: Repórter Brasil

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Incêndio mata criança e deixa quatro pessoas feridas em Jaboatão

Com a chegada do verão e com esse calor que tem feito nos últimos dias, cada vez mais equipamentos são ligados em instalações elétricas não dimensionadas corretamente. O resultado são curtos-circuitos que em muitos casos levam a incêndios. Cuidado com ventiladores e ar condicionados.

Uma criança de três anos de idade, Eveline Letícia Amorim e Silva, morreu vítima de um acidente registrado na madrugada de hoje no bairro de Jardim Jordão, em Jaboatão dos Guararapes. O acidente deixou mais três pessoas feridas: um bebê de cinco meses ERic Leonardo de Amorim e Silva, que sofreu queimaduras leves na parte de tras da cabeça e nos braços, o irmão de cinco anos Everton Vinícius Amorim e Silva, o pai das crianças, o motorista Eldes Assis da Silva, 39 anos, que teve de 80% a 100% do corpo queimado e a mãe das crianças, Elisângela Maria Amorim e Silva, que trabalha em uma casa lotérica no Shopping Recife e que sofreu queimaduras parciais e escoriações pelo corpo. Todos foram encaminhadós para o Hospital da Restauração (HR).



O bebê dormia com os pais, enquanto as duas outras crianças estavam no quarto onde começou o foco do incêndio, provavelmente em um ventilador. Outro irmão dos meninos, Eudes Artur Amorim e Silva, de oto anos, escapou ilseo por que na noite de ontem foi dormir na casa da avó, no bairro do Ipsep.


Segundo o Corpo de Bombeiros, que foi acionado pouco antes das 5h, o acidente aconteceu na a residência de n° 127 da Rua Coronel Davi de Medeiros, que ficou completamente destruída. As causas do incêndio serão investigadas pelo Instituto de Criminalística (IC). Os vizinhos acreditam que o acidente foi causado por um curto circuito no ventilador. Os parentes das vítimas, que residem na mesma rua, disseram que o pai da família mora na casa há cerca de 30 anos. Segundo os familiares, ele ficou bastante queimado porque salvou todos os outros membros da família, com exceção da filha. Ainda não há informações sobre o local e horário do sepultamento da criança. A família está encontrando dificuldades, uma vez que a certidão de nascimento de Eveline também foi destruída pelo fogo.


Fonte: DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR.

Mulher morre após cair no poço de elevador no centro do Rio

Rio, 10/11/2009 - Uma mulher morreu após cair no poço de um elevador do prédio do Ministério da Fazenda na Avenida Presidente Antônio Carlos 357, no Centro, no fim da manhã desta terça-feira. Ela ainda não foi identificada.


"O elevador está em manutenção, e a empresa responsável e os técnicos não testaram todos os andares. O elevador estava no décimo andar, e a porta abriu no quarto andar. Uma servidora, desatenta talvez, infelizmente entrou pensando que o elevador estava ali e caiu. Uma amiga minha estava no elevador ao lado do que aconteceu o acidente e ouviu o grito da senhora que estava caindo. Foi terrível", contou, em entrevista à rádio CBN, uma testemunha que não quis se identificar.

Técnicos da defesa civil estão no local. O corpo ainda não foi retirado, pois está aguardando perícia. O caso será registrado na 1ª DP (Praça Mauá).

Fonte: Da Agência Brasil

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Esse é o piloto...só faltou o cinto!!!!!!!

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Óleo de cozinha

Esse vídeo apresenta a forma correta de se apagar um princípio de incêndio com óleo de cozinha, através de abafamento. Ás vezes o perigo está dentro da nossa casa e não percebemos.

Mantenha-se seguro.

Bianchini
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